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Jam Sessions do Floripa Instrumental 2012

Um projeto de Música por Felipe Obrer 

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O cotidiano é uma coisa, fruição cultural para a alma é outra. Quando um evento musical, por exemplo, consegue gerar a mágica de criar nas pessoas a vontade de uma vida mais poética, em outra polirritmia, uma fresta se abre. E uma fresta pode ir muito além de uma festa. O fim é o reinício de ciclo, sempre, ininterrupto. A luz, os corações, alçapões abertos.

Floripa Instrumental poderia ser apenas mais um nome. Supera essa condição porque já habita, vivo, muita gente. É um festival que trilhou década. Outros anos, a história do festival foi feita por nomes como Uakti, Guinga, Hermeto Pascoal. As duas últimas edições aconteceram na Freguesia de Nossa Senhora da Lapa do Ribeirão da Ilha, reduto ainda benévolo com arquitetura preservada em volta da praça e da igreja. Pelos palcos, um ao lado da pracinha, outro à beira da praia vespertina, em 2009 e 2011, passaram Naná Vasconcelos, Arismar do Espírito Santo, MusaDiversa, Quarteto Rio Vermelho, Ginga do Mané, Banda da Lapa do Ribeirão, Nailor Proveta, Yamandú Costa, Toninho Ferragutti, Bebê Kramer, Toninho Horta, Robertinho Silva, Gabriel Grossi e outros nomes seguramente familiares para os degustadores da música instrumental brasileira.

Depois dos shows, que merecem o título de espetáculos musicais, houve bem-aventuradas sessões de jazz antes e depois da meia noite, as notórias jam sessions. Em que aquela estrutura básica do jazz moderno (tema, diálogos, solos, citações, volta ao tema) passa a não acontecer necessariamente nessa ordem, com uma flexibilidade que só o contexto de uma jam pode propiciar. É diferente de um mero show. O timoneiro da brecha para a improvisação das edições anteriores foi o guitarrista Cássio Moura, acompanhado de Jorginho do Trompete e mais uma turma em revezamento ´da pesada`, como Cássio gosta de dizer.

Outra característica das jam sessions é que são realizadas no salão paroquial, espaço em que a comunidade do Ribeirão da Ilha se organiza voluntariamente para oferecer aos visitantes apreciadores de música bebidas e comidas enquanto as sessões acontecem. E não fazem lanchinhos quaisquer: oferecem peixe, camarão, ostras, preparados com a sabedoria que tem o pessoal criado à beira do mar. Isso gera renda para eles e fomenta a adesão dos moradores locais à realização do Floripa Instrumental.

É para isso esta campanha: arar a terra do canteiro lateral que assume o centro noite adentro, com périplos periféricos. Essa fração feérica do Floripa Instrumental só depende da vontade coletiva, agora. É importante ressaltar que o projeto só será bem-sucedido se atingir a meta mínima proposta.

O espaço da jam session serve, para júbilo e gozo do público que tem entrada franca, à circulação dos vários virtuoses e estudiosos desse código tão complexo que é a criação musical no tempo presente.

A banda base das jam sessions será formada por Arnou de Melo (contrabaixo), Mauro Borghezan (bateria), Edilson ´Tatu` Forte (piano/teclados), Cássio Moura (guitarra) e Jorginho do Trompete (trompetes).

Há mangueiras repletas de frutas musicais suculentas à espera da cartada coletiva que pode vir em forma de apoio. E aí? Como diz o ditado ilhéu: ´Se queres, queres. Se não queres, diz`.

Sobre o orçamento

Os valores arrecadados servirão para pagamento do cachê dos músicos da banda base das jam sessions (3 noites), dos equipamentos e serviços de sonorização (3 noites), das passagens aéreas do convidado especial Jorginho do Trompete, além dos custos de produção e divulgação da própria campanha, assim como custeio das recompensas

Links

Blog: http://floripainstrumental.wordpress.com
Site: http://floripainstrumental.com.br
Facebook: http://facebook.com/FloripaInstrumental
Twitter: @Floripa_instrum

Floripa Instrumental

Produção e realização: Antonio Carlos Floriano (Freguesia Cultural)
Assessoria de imprensa: Duda Hamilton

Campanha para as jam sessions 2012 do Floripa Instrumental:

Coordenação, texto e redes: Felipe Obrer (Obrer Consultoria)

Créditos do vídeo da campanha:

Roteiro, direção e edição: Felipe Obrer e Francis Pedemonte

Imagens: Tiaraju Verdi e Antonio Carlos Floriano

Captação de áudio: Mira Manickam

Entrevistados: Cássio Moura, Jorginho do Trompete e Arismar do Espírito Santo

Reproduções de pinturas em acrílico sobre tela gentilmente cedidas pelo artista plástico Rodrigo Dias Pereira

Fotografias cedidas por Pablo Corti, Felipe Obrer e Antonio Carlos Floriano

Trilha sonora gentilmente cedida por Cássio Moura

Músicos da trilha sonora:

Arnou de Melo (contrabaixo)
Mauro Borghezan (bateria)
Cássio Moura (guitarra)
Jorginho do Trompete (trompete)

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